30 agosto 2007

Encantamento


Como nao me encantar???
com teua afagos....
com teu carinho...

se eu tivesse coragem fugia daqui
p ficar mais tempo com vc...

um pouco a mais... aqui do seu lado.....
com teu carinho...
como nao ficar sonhadora???
me respoda...
como será quando vc se for???
como vou ficar....
ja estou tao acostumada com o seu carinho...
seu sorriso com suas palavras indecifraveis...

como eu queria correr....
fugir de tudo só com vc... e ficar aissim
para sempre...
mas as coisas vao e vem...
vc tambem....

como nao iria me ecantar com teus olhos....
com teu sorriso
com suas maos...
com vc???
....
que anjo o ceu vai mandar p subistitur vc????
com os mesmos olhos...
o mesmo sorriso
o mesmo encanto...
a mesma cativaçao...
os mesmos defeitos....
nao ha anjos que lhe substituam....

se isso é uma despedida nao sei
só sei que nao quero mais....
ficar longe dos teus braços...
da tua vida....

NOITES IMPERFEITAS

Adormeci em meio a estrelas e luar

Quando despertei tropecei na lua a me olhar

Observei um brilho espalhado em meu quarto

Abri melhor os olhos e descobri pedaços de estrelas

O dia começava a aproximar-se

Arrisquei ao mesmo tempo encostar minha janela

Já que a brisa balançava meu cortinado pela fresta

Novamente fitei a lua

Tenho que permanecer dentro da noite

Inútil... O dia por capricho vai surgindo

Desejo estar oculta na noite

Quero viver exclusivamente estrelas e luar

Desvio-me dos raios que clareiam meus aposentos

Estou fugindo do dia

Não pretendo despertar agora

Sinto que apenas as estrelas e o luar trazem serenidade

Alento ao meu corpo adoentado de amor

Desejo adormecer

Unicamente nas noites é que não lhe busco

Passeio entre estrelas

Encontro-me com a lua

Deslembro a saudade

Não anseio as manhãs

Porque nelas não existe luar

Vou parar de andejar de amor em amor

Prefiro a lua

Amor único e sedento

Que se percam todas as manhãs!

Rasoes e emoçoes

Há tanto sobre o que falar...
Tantas coisas que rolam em minha mente...
Tantas sensações...

Pesamos tanto...
Agimos tão pouco
Por medo
Receio...
Mas como não sentir?
Como não recordar?

Por um momento achamos
Que sabemos o que é melhor
p mim... p qualquer um


Por uma segundo
Podemos acreditar que é
A escolha certa

Mas agora ou depois...
Não importa...
O que importante é fazer
Valer à pena

Pois não ha razão
Não ha emoção
Que coordene a vida

Temos um dom e uma maldição
É a de decidir
De decidiu o que queremos...
O que seria melhor...

Vivendo vidas...
Sem sabor...
Vidas...
Envoltas em drogas que nos envenenam...

Agora... É mais um momento...
De deixarmos a vida escolher...
Um sonho... um desejo....
O acordar e entender...
E perceber... que
No fim tudo é festa...

27 agosto 2007

Desejo

Amar... Precisa-se de mais...
Precisam-se mais do que querer...
Precisa-se de paixão de desejo e de tudo mais que puder ser dado
Meu desejo... É sua paixão...
O meu querer é a sua satisfação...

Pois amar não é suficiente para nós
Precisamos de mais...
Precisamos sentir
Precisamos da vida... não quero mais somente te amar
Quero-te por querer-te quero por ser você...


Quero que me queira até o amanhecer...
Não para sempre, mas quero que me queira
E quero te querer
Até o sol acordar pelo menos isso


Só por uma noite te quero...
COMO ME QUERES...
Sob nossos desejos...
Sob nossas vontades...
Não quero te preso a mim... Não

Quero apenas... o desejo
O desejo de te amar
O desejo de te querer
O desejo de te desejar


G.§weet

17 agosto 2007

Quebrada














Quebrada


Já não tenho o sorriso aos pedaços,

Já não tenho

Já não guardo a tristeza nas mãos,

Já não guardo

Já não sei o que vem aí,

Pode ser que a espera valha a pena

Têm sido momentos de dor

Mas agora quero coisas boas!

Tenho procurado tanto, tanto

Tenho pensado demais

Disseram-me que sou muito sensível

, acho que me mentiram.

Tenho fugido demais

Tenho que deixar as pessoas escolher

Quer-se a minha companhia ou não

Nunca me fui embora, mas voltei

Trouxe mais alegria (escondida, como convém)

Mas não a vou poupar, quando se gastar gastou-se

Só sei que voltei, acordei e senti-me

EU, a Sophia.

Mais nada.

Nada sobrava,

Estava tudo encaixa

Dono meu ser.

Volte

13 agosto 2007

Andarilho














Corpo em chamas.

Labaredas incendiando o meu corpo azul, Sedento de liberdade nas constantes noites sem fim, Na sensação de um novo dia surgir, Debato-me sob o meu quarto sem porta, Onde minha alma presa, Não consegue sair do imaginário. Linhas imaginárias traçadas durante o dia, Sentenças incisivas do tempo sem fim, Das pétalas brancas lançadas sobre o seu leito, Depois do banho de leite e mel. Nas domesticações de sua alma tão intempestiva, Os ventos trazem boas novas, E levam cinzas de um passado triste, Imperfeito, E ausente...

A vontade de partir e constante em alma incerta. Levada por toda volúpia carente.


E os densos olhares sobre o horizonte. E no entardecer lagrimas ensandecida. Um detalhe preso nas linhas imaginaria. E no corredor de sombras, Segredos escondidos atrás dos tecidos. Desejos que envelhecem com os dias. E páginas amassadas. Um olhar sobre o ontem. E fragmentos da memória vindos à tona.

Instintos aprisionados sob o tempo, E nas manhãs o sol penetrando as frestas da janela, Sobre teu corpo. Brilhos de uma primavera que se aproxima. E um tempo perdido dentro da cabeça. Imagens em preto e branco. E na parede uma foto distante. Que as estações aproximam. Imerso nas cores e na curva teu sorriso. Momentos distintos dentro da alma.

E a busca pela divisão de mundos. Um caminho que nos eleva no anoitecer E palavras dando lineal idade ao meu corpo. Resquícios de tinta nos dedos antes de lhe tocar. E nos olhos um pouco de vermelho antes da fuga. Para o quarto azul, com seu sofá amarelo desbotado.


E em um caminho que sigo precipitado, O perfume que se gasta na ausência, Lagrimas escondidas no papel, E um pouco de tempo nos olhos. Palavras imprecisas num corredor de sombras, E minha pele se envolvendo com o sol, Dias correndo na minha cabeça, E minhas mãos usando o vermelho. Uma fuga traçada no espaço, E no amanhecer o fogo me corta, Seus cabelos em meus quadris, E algumas violetas aos seus pés. Uma criança que chora ausente, E uma pitada de dor nos lábios, Roupas que envelhecem na gaveta, E um presente escondido atrás da tristeza. Nas linhas imaginarias não me encontro, E na voz um timbre perdido, Que circula dentro da solidão, Uma rua que o entardecer envelhece, E uma voz que grita na janela.

E um caminho que continua nas sobras. Em uma estrada sem fim. E tudo que resta é uma cama velha vazia e fria. Onde continua o mundo.

A borboleta e o pessegueiro


Estava sentada olhando o céu em busca das respostas da vida

em busca de que houvesse lá um mapa um guia para me ajudar...

mas as nuvens estavam longe e o azul cada vez ficava mais azul quase que ofuscando a minha visam quando em um sussurro de vento dizendo olhe para si.... e o vento se calou!

Na manha seguente meu olhos ardidos, doiam, minha cabeça explodia, a café já não tinha o mesmo gosto de sabor de vida.


Olhando pela janela percebi uma pequena borboleta, voando entorno de um pessegueiro contra o vento tentando alcançar a flor. Num vento gélido e triste. Então compreendi o que o vento me disse: acredite em si as resposta para seus questionamento só você pode responder.

E novamente a manha teve cor eu pude sentir saudade, eu pude rir e pude perceber que não é simplesmente dizer que não valeu a pena .... mas aprender que tudo na vida nos trás uma lição... nada é em vão.


E aprendi nessa manha, com o simples ato de uma borboleta tentando chegar em uma flor..que é igual a nós tentando chegar a uma resposta, é um sacrifício, é dolorido, mas no fim sempre vale apena.



A borboleta

Você mulher, tem no coração a fragilidadeda libélula a majestosa essência da borboleta.A maciez da pétala de flor rescém-aberta,a plenitude dos sonhos libertos,a sensatez da mente desperta!Faz-te translúcida em beleza,contida na fragilidade do casulo que envolve a lagarta que luta,na constância dos actos que reges,na transparência dos pensamentos que desnudas e entre os quais te infiltras como rara erva que os perfuma!És arte e poesia no teu criar inquieto...Salpicas de ilusões as composições com as quais despertas as palavras, e...incitas às almas, a liberar seus mais recônditos segredos!Usas das silhuetas e retratos como o mago usa a magia cabalística dos traços!Tens o dom de vestir as palavras com sinuosidades semirrevelada desvenda-as com a sutileza da teia rendada com que as descobres.Nosso olhar ao contemplar tua criação nos transforma de efémeros mortais em co-artífices da imaginação...e eternos cultores da tua poesia!